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Em um experimento prático, em uma torre ANNEMOS instalada na fábrica de transformadores da WEG em Blumenau/SC, os técnicos da WEG obtiveram dados surpreendentes de consumo elétrico, em um comparativo entre os motores standard originalmente instalados, e motores de alto rendimento acionados por inversor de freqüência.

No teste realizado por um período de mais de um ano, foi possível analisar o consumo elétrico em diversas condições climáticas. As variações de temperaturas foram reconhecidas pelo sensor de temperatura, imerso na bacia da Torre, enviando sinal ao inversor de frequência, que comandou a velocidade do motor do ventilador da torre, resultando em uma considerável redução de consumo elétrico.

Para confirmação dos dados obtidos, tomou-se o cuidado de analisar os aspectos teóricos relativos ao desempenho dos ventiladores em operação na Torre, considerando-se as perdas de carga fixas e variáveis, que pudessem alterar a "lei do cubo".

As venezianas de entrada de ar, enchimento, eliminadores de gotas e as paredes são elementos fixos, mas considerou-se fixa a vazão de água e a diferença de temperatura (Range).

A água em aspersão apresentou uma resistência ao fluxo do ar mais complexa. As gotas em queda no fluxo de ar recebem um empuxo para cima, proporcional ao quadrado da velocidade relativa (velocidade de queda da água menos a velocidade do ar para cima).

Quando a velocidade relativa aumenta, com a redução do fluxo de ar, aumenta o número de Reynolds e o coeficiente de empuxo diminui, assim como também a perda de carga. Esse empuxo menor aumenta a velocidade efetiva de queda da água e reduz o tempo das gotas em suspensão. A menor superfície de interface tende a diminuir o desempenho da Torre, o que exige mais vazão dos ventiladores para manter a performance constante.

Em face disso, o software de seleção da Torre teve que ser incrementado para fazer essa convergência automática.

Procurou-se verificar se a perda de carga sofreria modificação importante com a vazão de ar e se essa modificação seria significativa, diante das outras resistências da Torre, mas isso não se comprovou.

Os resultados obtidos foram a base para o algoritmo de um software dedicado, onde foram considerados os valores de rendimento dos motores e inversores, suas potências, polaridades, perdas e, também, as curvas climatológicas de variação da TBU em diferentes cidades no Brasil.

O software desenvolvido, possibilita um cálculo seguro de consumo elétrico de ventiladores de Torres de Resfriamento por ventilação forçada e um cálculo conservador de retorno do investimento, bastando informar o valor do kWh da cidade da instalação e o regime de trabalho da Torre. Verificou-se como é vantajosa a utilização desse sistema nos primeiros 3 a 5º.C de redução da temperatura de bulbo úmido, oscilação que se verifica mesmo em dias quentes.

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